Aproveitando a Vida

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editorial-579

Editorial da Semana: Vlademir Hernandes

O "desperdício" e o "aproveitamento" são forças opostas que permanentemente digladiam pelos recursos disponíveis às nossas vidas. Neste momento de escassez e racionamento de água, proponho uma breve reflexão sobre outro precioso recurso que dispomos: o nosso tempo.
Nosso tempo é tão valioso quanto limitado, e ao contrário de outros recursos que uma vez desperdiçados podem até vir a ser recuperados, o tempo é irrecuperável. Há muitos recursos cujos "saldos" podem ser facilmente averiguados, mas o "saldo" de tempo que alguém tem pela frente é desconhecido. A vida é breve e nossa partida iminente.
Quem quiser maximizar o aproveitamento desta preciosidade concedida por Deus, deve estar atento ao que Ele ensina. Nos Salmos 39 e 90, percebo que Deus nos dá 3 valiosas diretrizes:

1a - O mundanismo materialista suscita inquietações inúteis e desperdiça tempo de vida.
"Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta; amontoa tesouros e não sabe quem os levará." (Sl 39:6)

2a - A iminência do término do nosso tempo de vida é uma fragilidade que precisamos considerar seriamente
"Dá-me a conhecer, SENHOR, o meu fim e qual a soma dos meus dias, para que eu reconheça a minha fragilidade. Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; à tua presença, o prazo da minha vida é nada. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade." (Sl 39:4-5)

3a - A correta noção sobre a limitação do tempo que nos resta potencializa um viver mais sábio.
"Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Sl 90:12)

Desperdiçar um recurso tão valioso que está na iminência de se esgotar é pura insensatez. O que temos feito com o precioso tempo que ainda resta de nossas breves e frágeis vidas?
Será que há mais tempo sendo empregado em conhecer o Senhor do que utilizado em alcançar mais prosperidade financeira? Será que há mais tempo sendo investido curtindo as pessoas que amamos do que gasto com parceiros de negócios? Será que há mais tempo sendo devotado ao discipulado dos filhos do que em jornadas adicionais de trabalho?
Similar à água que tanto pode fluir para o ralo quanto ser bastante proveitosa, assim é o tempo que nos resta. A diferença é que não há chuva que o reponha. Que aprendamos com o Senhor como aproveitar ao máximo o tempo remanescente das nossas vidas!

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