Pesquisa

Primeiro item na lista...

Imprimir
PDF

editorial-600

Editorial da Semana: Marcelo Feltrin

Ultimamente os sinais de crise estão em todos os lugares, e mesmo a mais otimista das previsões não traça um cenário econômico muito positivo. Fala-se muito em inflação, aumento de tarifas, recessão, redução de renda. Em momentos como este somos forçados a rever nossas prioridades pois a perspectiva de ter que “apertar os cintos” é presente. É interessante notar que a Bíblia fala bastante sobre dinheiro e áreas correlatas, como trabalho. Muitas vezes mais do que outros temas que alguém poderia considerar mais “espirituais”. Faz bem aquele que conhece a instrução de Deus e por ela pauta sua conduta, particularmente em momentos como esse que vivemos.

Dentre as muitas áreas de nossa vida financeira, a Palavra de Deus traz diversos princípios também sobre nossas contribuições à obra do Senhor. Entre outras coisas, o cristão deve ofertar com alegria (2Co 9:7), proporcionalmente (1Co 16:2), voluntariamente (2Co 8:3), generosamente (2Co 9:6-11) e sistematicamente (1Co 16:2). Porém um princípio central, até mesmo fundamental, é expresso em Pv 3. 9: “Honra ao Senhor com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos” Outras traduções usam expressões como “primeiros frutos” e também “primícias de toda tua renda”. O recado é claro: dentre as muitas coisas que devemos contemplar com nossa renda, a parte que damos (ou devolvemos) a Deus deve ser a primeira parte a ser considerada.

Todos nós priorizamos nossos compromissos financeiros, e quase que automaticamente fazemos escolhas de colocar nosso dinheiro em uma coisa em detrimento de outra. O que esse princípio bíblico nos ensina é que as ofertas ao Senhor devem encabeçar nossa lista. Outra maneira de pensar nisso é que se, por acaso, você tem deixado de contribuir (ou tem deixado de ser regular em sua contribuição) porque seu salário está acabando antes de você honrar todos seus compromissos, então sua ordem de prioridades está errada.

E se alguém acha que se enquadra no rol daqueles que estão isentos dessa responsabilidade pois não ganham um mínimo razoável para seu sustento, considere o exemplo da chamada “viúva pobre”, narrada em Mc 12.41-44.

Pensando agora na nossa perspectiva de futuro, e que somos incentivados a planejar com diligência (Pv 21.5) como você reagiria diante de uma eventual necessidade de adequação de orçamento? Onde você faria os primeiros cortes? Da ótica humana seria natural que você cortasse um item como suas ofertas à igreja, que não implicará em alguém lhe cobrando ou levando a protesto. Muito menos vai ser notado por seus amigos - repare que o mesmo não é verdade para redução dos gastos com lazer, automóvel, vestuário entre outros.

Porém a ótica de Deus é diferente: Ele espera ser prioridade em sua vida, e que suas contribuições reflitam isso. Ele não estipula quanto, mas espera que seja o primeiro item em importância no seu orçamento - e não um dos principais candidatos a cortes como seria pela ótica humana.

Você pode estar certo que a IBCU não vai lhe questionar quanto você tem dado, se foi muito ou pouco comparado com o que voce ganha; nem vai ficar lhe cobrando se você deixou de dar. Por outro lado, é importante que sejamos todos devidamente instruídos sobre os princípios de contribuição e as implicações para aquele que contribui (não deixe de ler e meditar na sequência do texto acima em Pv 3.10). Faz parte do ensinamento bíblico, e portanto não podemos nos furtar a conhecer o que Deus deixou registrado em sua Palavra.

 

part1



part2


part3


ÚLTIMO VÍDEO

Veja tudo o que disponibilizamos

TESTEMUNHOS

  • Koinonias

  • noticias